quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Dois homens, um nome, dois destinos

Dois homens, um nome, dois destinos

Introdução
Sabem como se chamava o primeiro filho de Caim? Qual foi o nome da primeira cidade do mundo? Quem foi o filho de Jared? Como se chamou o pai de Matusalém? Sabem que a resposta a estas perguntas é apenas uma? Enoque...
Talvez já não se lembrassem, ou nunca tivessem reparado, mas houve pelo menos dois homens chamados Enoque na Bíblia.
Uma vista de olhos rápida pelo texto bíblico permite-nos ver algumas diferenças entre estes dois homens, que tinham em comum o mesmo nome, mas vidas diametralmente opostas.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

A troca

Tive a oportunidade de estudar três anos em um colégio interno. Aprendi muitas coisas lá e trago comigo boas lembranças. Uma das coisas que lembro-me bem é das trocas. Sim, trocar coisas. Não tenho certeza, mas penso que quase sempre numa troca, uns ganham e... outros perdem. Acho que é um dom, ganhar no negócio ou... perder. Sempre que eu achava que tinha feito um grande negócio, lá vinha alguém estragar a minha satisfação, - "não viste que esta camisa estava furada?". - "ei, estas sapatilhas são falsificadas. - "o que? Tu trocastes aqueles óculos novos por este relógio velho?". Parece que o meu dom é sempre sair perdendo.
Bem, olhando para a Bíblia, parece que não sou o único a sair perdendo nas trocas. Já parou para analisar que Deus, as vezes, parece não ser um bom negociador? Vejamos estes textos:

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

NÃO HAVERÁ MAIS MORTE


I-Introdução
a. Não é fácil desejar boas vindas em um momento como esse. A morte por mais natural que seja, nunca nos acostumamos com ela, ainda mais quando perdemos pessoas que nos são próximas. É algo que parece que vai contra tudo aquilo que almejamos como família, felicidade, equilíbrio, conforto, etc. Tudo aquilo que lutamos em vida parece fazer pouco sentido diante da morte. É triste, fria, dolorida, injusta, etc.

b. Até o ano de 1999 eu podia dizer que praticamente não sabia o que era a dor de perder alguém. Mas quando este momento chegou e perdi alguém próximo, apesar de terem-se passado mais de 12 anos, parece que é uma ferida que nunca sara completamente e certas imagens, nunca saíram da minha cabeça. As lágrimas, o caixão, a terra, o cimento.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Primeiro Post


A muito tempo que pensava em criar um blog, mas havia duas barreiras, o tempo e o tema. Nesta manha lendo um artigo com o título "És um Termómetro ou um Termóstato?" resolvi criar coragem e iniciar esta caminhada digital. Este artigo mostrava como uma pessoa foi capaz de mudar uma comunidade inteira e fazer a diferença em uma localidade marcada pelo desespero, vícios e violência, daí surgiu a ideia para o título do blog, termóstato. Diferente do termómetro que somente regista a temperatura, o termóstato não limita-se a marcar, mas interagir para contribuir com um clima melhor. 
Meu objetivo é tentar aproveitar o tempo da melhor forma possível para procurar informação produtiva que possa ajudar-me a não só saber mais, mas ser melhor do que eu sou. Quem quiser ir comigo nesta jornada, seja bem vindo e pense: sou um Termómetro ou um Termóstato.

Abraço.
Alessandro Brachmann